Um blog que gosto muito de ler é o da Aline, que fala não só de questões associadas à maternidade como também à escola e ao ensino.
Apaixonada pelo ensino como sou, curso tirado e (in)felizmente nunca exercido (ainda não decidi se é infeliz ou feliz), mas preocupada como mãe e também formadora de dois pimpolhos, partilho com vocês este post que tem um texto que diz tudo.
Pensava eu que era só o acordo ortográfico que me ia dar dores de cabeça, ele e os verbos.
O que eu sofri com os verbos senhores, o que eu sofri e sofro com o se e o -se, mas pior o que eu sofri na faculdade quando minha catedrática professora, não me classificava os trabalhos extra copiadinhos tal e qual a gramática, por estarem mais que errados (a razão de tal plágio descarado fica para outra altura). E mais, ter de explicar à dita senhora que jeep era e é uma palvra inglesa, que em português se diz jipe (j-i-p-e), e que lá por estar assim escrito à frente do carro dela não significa ser uma verdade absoluta em todas as línguas.
Mas adiante, vão ler o texto e digam de vossa justiça. Eu perdi-me, quer dizer o sujeito perdeu-se.
Boas festas!
Há 1 dia
4 comentários:
Eu que pensava que quando a Rita fosse para a escola teria de reaprender a escrever com ela, já percebi que a escrita é só a ponta do iceberg! Valha-nos Deus! Vem aí muito trabalhinho para pais e filhos e muita dor de cabeça! Haja comprimidos e paciência!
Obrigada pelas palavras, Nani. Já fiz outro post sobre escola. Estou mesmo a precisar de férias. Já nem me aguento a mim mesma.
Beijinhos
Eu estou completamente feita! Uma das vertentes da minha licenciatura é Língua Portuguesa e neste momento não sei nada de nada... Só consigo escrever ao abrigo do novo acordo com o corretor ortográfico ligado e mesmo assim....
Beijinhos
eu tb adoro ler a Aline!!!
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