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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Não serve só para pais, mas também para avós

Postado por Nany às 8/24/2017 12:52:00 da tarde 1 comentários Links para esta postagem
Autoria na Imagem
E sim, as crianças precisam de todos, de serem educadas, orientadas, ouvidas, ajudadas.
Mas nada disto é fazer delas uma cópia, apenas ajudá-las a desenvolver as suas capacidades únicas.

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Eu mando parar de chorar!

Postado por Nany às 4/06/2016 03:43:00 da tarde 1 comentários Links para esta postagem
E lembro-me bem quando a minha mãe me mandava engolir o choro e eu não podia expressar o que me ia na alma.
Mas mando, especialmente quando eles choram e gritam e batem com os pés e nem sei que mais. Mando parar de chorar, mando parar de gritar, mando parar com a birra, acalmar, sentar e falar com calma.
E resulta. Com tempo mas resulta.
Não quero com isto fazer o mesmo que me faziam, que é "engole o choro e está calada", mas mais: "fala com calma e diz, à tua maneira o que se passa".
Detesto que me olhem de lado porque os mando calar, só porque estão a fazer birra. Tal como também não lhes ligo nenhuma quando estão a fazer uma birra no supermercado, só porque pensam que assim levam a deles avante, ou quando lhes dou dois berros em plena rua quando estão a fazer algo de errado.
Sou daquelas mães que considera que se o comportamento dos filhos é errado, é no momento que se verifica que deve ser corrigido.
E sim, vou continuar a ser assim. Porque os meus filhos sabem, que com mais ou menos vergonha, mais ou menos medo, conseguem contar-me tudo, posso não concordar, mas não faço juízos de valor, chamo-os parvos ou preguiçosos em frente de outros.
E sim, vou continuar a dizer: Pára de chorar!

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Aquilo que somos, passa para os filhos

Postado por Nany às 4/04/2016 01:20:00 da tarde 0 comentários Links para esta postagem
E não estou a dizer nada de novo, não é que tenha descoberto a pólvora ou uma nova teoria da educação.
Mas a verdade é essa: os meus filhos são stressadinhos como eu, introvertidos como o pai, curiosos como eu, com mais aptidões para gadgets como ele e assim sucessivamente.
Como pais tentamos dar aos nosso filhos a melhor educação que podemos, que consideramos ser aquela que os irá munir das aptidões necessárias para a vivência em sociedade, mas quer queiramos quer não, aquilo que somos, aquilo que fazemos, com consciência ou não, passa para eles, com tudo de bom e mau que disso advém.
E o que isto tem de novo? Nada, absolutamente nada. Como disse, não fiz nenhuma descoberta.
O que queria mesmo, era que me ensinassem como contornar certos comprotamentos de outros, por forma a explicar aos meus filhos o seguinte:
-se eles não podem mentir,
-se eles não podem enganar,
-se eles tem de pensar nos sentimentos dos outros,
-se eles têm de ser honestos, altruístas, politicamente correctos, educados, simpáticos, educados e empáticos
então porque é que:
-lhes mentem?
-os enganam?
-não pensam nos sentimentos deles?
-só são considerados apenas quando são jeito aos outros por serem miudos preocupados e ensinados que têm tempo para tudo: estudar, brincar, ler, ver tv, jogar, etc e tal, e que primeiro estão as obrigações e depois as diversões?
Sim, o que eu quero mesmo é que me digam como passar isto ao meus filhos, a capacidade de perceber quando o outro se quer aproveitar de nós e que, já tão pequenino, por exemplo, se começa a tornar tão, mas tão interesseiro e oportunista.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Educar, ser Educado, viver em Sociedade

Postado por Nany às 3/14/2016 01:05:00 da tarde 1 comentários Links para esta postagem
"Antes de acusar seu filho de algo que o incomoda, olhe para dentro de si e veja se está sendo um bom modelo. Para viver bem em uma sociedade precisamos desenvolver a HONRADEZ, que é a capacidade de ser fiel aos nossos princípios e ao nosso EU. Temos também de ter INTEGRIDADE, não abusar do poder e não tripudiar. Desenvolver BOAS MANEIRAS, porque a cortesia melhora a autoestima e os relacionamentos. Ter TOLERÂNCIA, pois ela faz bem para a sanidade mental. Preservar o AUTOCONTROLE, não se envolvendo com coisas ruins. Construir a CIVILIDADE, o sinal que damos aos outros de que sabemos viver em sociedade. Ter HONESTIDADE, porque quem trapaceia rouba um pouco de cada um.
Viver em família significa ter longas conversas com os filhos sobre a escola, os seus amigos, os seus professores, as suas dificuldades e habilidades, além de cobrar as suas responsabilidades e deveres e ajudá-los nos problemas.
Viver em família é compartilhar os momentos fáceis e difíceis da vida,(...)"
Excerto do livro "A Culpa é da Mãe" de Elizabeth Monteiro

A verdade é que é um trabalho contínuo, que muitas vezes espelha a educação que tivemos e outras vezes vai no sentido oposto. Mas os valores basilares devem estar sempre lá.
E quando fazemos tudo e depois os outros não fazem porque não querem. Porque é mais fácil atalhar, atamancar?
Como explicar, como ajudar a ultrapassar?
Não é fácil, viver em sociedade.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Teorias educativas

Postado por Nany às 1/20/2016 01:55:00 da tarde 2 comentários Links para esta postagem
Teorias existem muitas, umas mais famosas que outras.
Teorias da educação, educacionais e principalmente de como os outros devem educar os filhos existem aos magotes.
Confesso que sim, também dou os meus palpites, mas que são isso mesmo palpites, às vezes até os transformo em conselhos mas, tal como os medicamentos a dose e a duração do tratamento só o profissional de saúde é que sabe. Sou mulher, gosto de opinar e claro, também opinam acerca de mim, o mal é quando quem opina não sabe medir.
Quem é que nunca ouviu uma vizinha, uma amiga, ou alguém de família opinar sobre a má e pobre educação que se dá aos filhos, desde antes do seu nascimento? Ou quem é que nunca aconselhou outro?
Só que um conselho pode ser benéfico, pode ser um "abrir de olhos" para outra realidade, já a teoria certa, correcta e infalível é outra.
O que é certo e infalível com um é do mais incerto e falível com outros.
Estou farta, chateada e a ficar de cabelos em pé com tanta teoria, com tanto opinanso, com tanto "os teus filhos são mal educasos/criados/burros/manientos/birrentos/etc e tal porque tu não os sabes eninar".
O que resultou à 30 anos com filhos dos outros não resulta hoje.
O que resulta numa família não resulta noutra.
O que resulta com um filho não resulta com outro.
Porque é que se tem a mania que se é todo sabichão a partir de certa idade.
Vá ensinem-me, é mais uma teoria a juntar a tantas outras. Qualquer dia estou doutorada em teorias alheias e não solicitadas.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Bullying

Postado por Nany às 1/10/2016 12:30:00 da tarde 3 comentários Links para esta postagem
A minha amiga São passou não há muito tempo por uma situação complicada com sua filhota, (descrita aqui e aqui).
O bully começa cedo, muito cedo mesmo. E pergunto: será que os pais de um bully sabem que o são? Alguns devem saber, outros não e outros ainda nem querem mesmo saber.
Os miudos não nascem bullies. Algo no seu crescimento os torna assim.
Mas se já é um fenómeno conhecido (e não me venham com a conversa que são coisas de crianças quando andam à estalada uns aos outros), porque raio não se faz nada acerca disso?
Porque razão os pais são coniventes (aqueles que sabem)? Porque não têm uma conversa com os seus filhos?
Porque é sempre necessário acontecer algo de grave para se ter atenção à vítima?
Porque não somos capazes de ensinar empatia, compreensão, tolerância?
A raiva existe, é um sentimento. Mas porque é que não se ensinam as crianças a ter outras formas de resolver as suas quesílias?
Serão os filmes? Serão os jogos? Serão os desenhos animados?
Não sei, só sei que crescendo como a mais alta da turma, de óculos também me senti à margem, mas como li uma coisa sei que não quero: Não quero ser mãe de uma bully, nem de uma vitima
Li também este artigo no Sapo e achei por bem partilhar. É necessário clicar em cima das imagens para poderem ler o artigo todo.

domingo, 21 de junho de 2015

Começa em casa?

Postado por Nany às 6/21/2015 01:49:00 da tarde 1 comentários Links para esta postagem
Autoria na Imagem, mas vista no blog Entre Biberons e Batons
O meu Pedrocas ajuda os manos. às vezes porque lhe peço, outras por sua autoria.
Ajuda a por a pasta de dentes na escova, a calçar o sapato, a pôr protector solar.
Dá a sopa, ensina.
Ela ainada não.
O mais novo já sabe que pode contar com o mano.
O pai ajudava em casa, especialmente quando a mãe adoeceu e já disse várias vezez, o arroz faz ele, fica sempre bom. Dá banho aos miudos, aspira (sem desviar nada) e se for caso disso lava a casa de banho, sendo que tem arrumado a loiça após o jantar.
Sim, começa em casa. Quando em casa se ajuda, se partilha, se auxilia é mais fácil mais tarde.
Quando os meus filhos brincam com bonecas, muitas vezes oiço comentários parvos do tipo deixa isso que é coisa de meninas, não sejas maricas, que me irritam porque: os brinquedos são brinquedos, e as crianças têm de brincar, isto de existirem brinquedos de menina / menino é marketing de adulto; depois se brincam com algo que não é deles aprendem a pedir emprestado, e a serem responsáveis por algo que não é deles e lhes foi confiado. Além do que também lhes digo que se alguém lhes empresta algo eles também o devem fazer.
Como diz uma amiga minha, educadora de infância, e habituada a lidar com crianças de várias idades há vários anos: deixa, lá, estão aprender a ser pais e maridos. E eu sempre deixei, agora cada vez mais. E não é com eles que tenho esta atitude, com ela também.

sábado, 30 de maio de 2015

Tens é que lhe dar uma palmada bem assente!

Postado por Nany às 5/30/2015 09:00:00 da manhã 1 comentários Links para esta postagem
Não, não tenho.
Não sou defensora das palmadas, mas também não sou defensora de não dar uma plamada no momento certo. Vou explicar, antes que me digam que gosto é de espancar os miudos:
-se estão com birra de sono, de cansaço vou bater porquê?
-se estão a chorar, mesmo com os decibéis super elevados, é a palmada que os vai fazer calar?
-se estão a fazer um disparate normal da idade, em que basta arregalar os olhos ou dizer o nome num tom mais elevado, vou bater porquê?
-se faltam ao respeito, se fazem algo grave não dou uma palmada porquê?
Dar, aó porque posso, e sou grande e quem manda aqui sou eu não resolve.
Já levei tareias, uma a cada semana, e se querem saber porquê eu não sou capaz de vos dizer. Se eram bem dadas? Se calhar eram. O que aprendi com elas? Que mais vale (valia) estar calada do que fazer prevalecer o meu ponto de vista, ou explicar a razão porque tinha feiro/dito algo.
Não quero isso para os meu filhos, Quero que saibam que com educação, com argumentos válidos podem e devem fazer valer o seu ponto de vista, mesmo que 99,99% das opiniões sejam contrárias.
Quero que saibam que a mãe sou eu. Que sou amiga, mas que sou a mãe.
A mãe, não a carrasca das palmadas. O tens é que lhe dar uma palmada bem assente, só porque dá jeito aos outros comigo não resulta.
Se com um filho conseguimos conversar, fazer ver as situações, retirar-lhe os previlégios (como por exemplo não jogar playstation), com outro isso não resulta. As conversas não entram da mesma forma, os privilégios são outros.
Sou mais por responsabilizar, ensinar que certos comportamentos têm certas consequências, do que bater. Bater só gera violência, revolta, angustia e falta de confiança.
Não, bater não resolve.
Eu sou mais de gritar, avisar e castigar. Às vezes salta palmada. Mas é na última instância e é uma palmada.
Sou defensora da educação com base na confiança e não no medo dos pais.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Play Dates*

Postado por Nany às 5/12/2015 01:41:00 da tarde 3 comentários Links para esta postagem
Eles gostam, eu não me importo, e por vezes lá temos estes eventos da vida social dos meus filhos.
Neste momento é mais o Pedro ser o anfitrião, mas já aconteceu ter a junção de irmãos e até de mais amigos.
Vêm aí as férias, o bom tempo e estes momentos são apreciados, mais apetecíveis e parece que até se tornam mais fáceis.
Gosto de receber amigos deles lá em casa, gosto que eles saibam que podem convidar os amigos lá para casa. Gosto que não tenham problemas em que os amigos sejam visitas frequentes.
Quero que os meus filhos saibam sempre, que os amigos, os colegas de escola são bem vindos lá em casa.
É óbvio que com regras, que não é tudo ao molho e fé em Deus, mas penso: se eu os impedir, de "vedar" o acesso, mais tarde como irei conhecer os seus amigos? Como poderei perceber as companhias com que eles andam, se por alguma razão eles não se sentem confortáveis em levá-los lá a casa?
Sei que nem todos pensam assim, que a nossa casa é nossa, que não temos de abrir a porta a qualquer um. Sim, é verdade, não temos. Mas também os outros não nos irão abrir a deles se não o fizermos e mesmo que os façamos eles poderão não vir a fazê-lo.
Parece e é confuso eu sei, mas o que quero dizer, é que, mesmo vendando abusos e afins, é uma boa forma de saber com que eles andam, que tipo de pessoas são, de lhes conhecer as famílias, de poder educar os meus, de poder alertá-los e fazê-los sentir que a casa é nossa e não minha.


* Armada em fina e tal, também me apeteceu hoje escrever em inglês. ☺ É que dizer play date é bem mais in, que dizer encontro para brincar

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Quem disse que educar é fácil mentiu

Postado por Nany às 4/03/2015 08:00:00 da manhã 2 comentários Links para esta postagem
Ou nunca educou, ou então educa por via de terceiros.
Não, não é fácil, se tivermos em linha de conta os princípios básicos que se quer (quero) incutir nos filhos: honestidade, trabalho, conquista, felicidade, lealdade.
Parecem coisas tiradas de livros, mas ninguém quer um filho mandrião, desonesto que não luta pelo que quer, infeliz e mentiroso.
Educar é mais que ensinar a dizer bom dia, obrigado, faz favor e com licença. Educar não é ensinar o 1,2,3 é ensinar que 1+1 = 2, mas que nem sempre 2+2 = 4.
É segurar a mão, é dar o ombro, é emprestar o ouvido.
Ser mãe não é apenas dar beijinhos, brincar às escondidas, impôr limites e verificar a febre. É tudo e muito mais.
Não, educar não é mesmo nada fácil, por vezes são precisas ferramentas que nos ajudem, por vezes é preciso construir as nossas próprias ferramentas, por vezes temos de adaptar outras.
Essa coisa da tentativa e erro não dá muito resultado. Os erros são graves, os erros podem ser para uma vida inteira, os erros podem não ter emenda possível.
Se erro? Sim, tenho praticamente a certeza que todos os dias erro. Todos os dias dou um berro mais alto do que devia, uma palmada na hora errada, uma palavra torta. Mas também peço desculpa, muitas vezes, quando vejo que errei.
Esta mãe pede desculpa. Sem problemas, e de coração apertado.
Esta mãe não sabe tudo. Aliás esta mãe não sabe nada de educação, ou melhor, esta mãe sabe apenas que quer filhos bem educados, bem criados, bem formados, muito felizes e que fazer isso, ou melhor, contribuir para isso, dá trabalho, muito trabalho diário que tem associado uma carrada de TPC's.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Em que idade começa, oficialmente, a parvalheira?

Postado por Nany às 11/14/2014 01:19:00 da tarde 5 comentários Links para esta postagem
É muito bom ver os filhos crescer, eu pelo emnos gosto, embora se podesse acho que os mantinha bebés, mas apenas por uma razão: a idade da parvalheira.
Ela tem um momento certo para aparecer, ou um pirralho de 7, quase 8 anos, já pode começar a ter comportamentos aparvalhados?
Eu tenho nenhuma tolerância à má-educação, má-criação. Nenhuma. Especialmente quando sei a educação que dou e não admito certas respostas, certas atitudes.
Sei que ele ainda é miudo, mas é de pequenino que se torce o pepino.
Não é nada de chocante, ou grave, são as respostas espirituosas a roçar a má educação que me tiram do sério. Eu dou-vos um exemplo, quando estou a falar com ele e lhe pergunto "pensas que estás a falar com quem?" e ele me dá por resposta, de peito cheio "com o zé-ninguém) (como disse hoje de manhã ao pai), senhores me acudam........rebento logo com os decibéis todos e temos castigo na certa.
Sim, sou uma mãe gritona.
Mas digam lá, em que idade começa oficialmente a parvalheira?

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Reunião sala Sarita

Postado por Nany às 10/17/2014 01:43:00 da tarde 0 comentários Links para esta postagem
Esta semana tivemos a reunião na sala da Sarita. Estamos sem educadora e sem auxiliar.
É uma situação complicada, são questões a resolver que não passam, por mais que tenha sido sugerido pelo despedimento da educadora. Se fossemos a despedir todos os que ficam doentes, andavamos com medo de espirrar.
Para mim, a questão passa por ter uma educadora de substituição, que não podendo contratrar alguém do pé para a mão, que não se contratando alguém à semana que não é vida, tem de existir forma de a directora da creche, educadora de formação, assegurar a falta da colega.
Claro que podem exisitir outras falhas noutras salas, mas falhas de um dia porque algo aconteceu, não são faltas de semanas porque infelizmente a saúde não abona.
É algo que me preocupa e muito. A minha miuda vai fazer 4 anos, ele se tudo correr como prevejo, irá para a escola com 5 anos, o que comparado com o irmão com 6 bem aviados a caminho dos 7 me irá dar mais trabalho, e a ela também. Nesta idade os meses ainda fazem uma grande diferença e este trabalho de pré é muito necessário.
Já pensei em pedir a uma amiga minha que é educadora de infância, e com muita boa formação / vocação para me dar umas luzes e ajudar.
Vamos ver o desenrolar da situação, mas para mim o maior problema, mal-entendido por muitos, é que não nos dão qualquer informação e indicação. A falta de diálogo, o não se diz, falamos depois é que me rala.
Sugestões?

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Tás palêma ou quê minha pâva?!?!?!

Postado por Nany às 9/09/2014 09:00:00 da manhã 0 comentários Links para esta postagem
3 anos de pêlo na venta e dá nisto, nestas respostas.
Se há primeira tem piada hà segunda  não tem. Tem direito a castigo.
A minha Sarita tem esta mania de me (nos) chamar de parvos, palermas, idiotas. Não acho piada, não acho que seja correcto, não é assim que quero que ela responda.
Ela tão depressa é uma crescida, como é uma bebé. Já a encontrei na cama do Filipe com a xuxa na boca. Pede-me para ficar com ela dormir, quer os bonecos dele, quer ser bebecas.
No fim-de-semana o Pedro chamou-a de bebé e ela na fúria bateu-lhe. É outro comportamento que não toleramos.
Sei que está a ressentir-se por não ser ela agora a bebé, mas às vezes é tanta a birra que temos de ser mais inflexíveis com ela.
Quando quer sabe ser um doce, quando não está para aí virada sabe ser um bicharoco.
Quem disse que educar era fácil?

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Isto de elogiar ciranças tem muito que se lhe diga

Postado por Nany às 7/31/2014 01:18:00 da tarde 2 comentários Links para esta postagem
Dizem que não se deve elogiar as crianças pelo seu aspecto físico, pela sua inteligência, mas pelas suas capacidades, pelo seu empenho. Eu, na minha modesta opinião, acho que podemos elogiar das duas maneiras. Considero também é que elogiar só porque sim, só para dizer uma frase linda não serve de nada.
Não vejo nenhum problema em elogiar os olhos lindos, a inteligência, tal como não vejo problema em elogiar as capacidades. O mal é que o elogio gratuito, ou a completa falta dele pode tornar as crianças inseguras.
Gosto de elogiar o meu filho por saber ler correctamente um livro, a minha filha porque já consegue despir as camisolas sozinha e não fica atrapalhada. Gosto de lhes dizer que estão/são bonitos, mas nem sei se estou a elogiar a mais ou a menos.
Outra coisa que faço e por vezes faz com que olhem para mim de lado, é que, quando falo deles, digo o que penso, o que acho de bom e de mau. Não digo só que são reguilas, que não põem a mesa a não ser obrigados, mas que também são inteligentes, despachados, desenrascados, que se aplicam e que tentam por si, que são destemidos, observadores. É isso que penso, honestamente e de nada me servia, a mim nem a eles, dizer só o mau - até aprecia que não fazem nada bem; nem só o bom - como se nunca errassem em nada.
Gosto de ler sobre o assunto e li este artigo que em poucas palavras resume aquilo que eu desejo conseguir incutir nos meus filhotes:
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas das montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, têm copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.”

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Ai Senhor, dai-me paciência

Postado por Nany às 6/30/2014 03:14:00 da tarde 3 comentários Links para esta postagem
A minha miuda gira, miuda bem miuda que só gosta de cor-de-rosa, borboletas, saias com muita roda e afins, tem agora uma enorme paixão. A Elsa, do Frozen.
Nada de mal, nada de mais, é tão só o filme do momento.
A pensar na colónia de férias comprámos uma toalha de praia, a pensar na sua paixão comprei-lhe uma t-shirt rosa com a dita.
O problema? A Elsa tem um irmã: a Ana. A minha Sara só gosta da Elsa, não quer a Ana.
Chorou e disse que não queria a toalha. Paciência, não temos outra. Não quer vestir a t-shirt a não ser que lhe retire a Ana da fotografia. Paciência, vai ter de a vestir.
Paciência porquê? Porque tem de aprender a apreciar o gesto, a lembrança de outros (familia ou não) em relação a ela, mesmo não sendo exactamente aquilo que ela quer, até porque pode não existir.
Sim, eu sou apologista de que o que conta é a intenção, quando é uma boa intenção, quando temos a vontade de agradar, de fazer feliz, de fazer uma boa surpresa, mesmo que a pessoa não acerte a 100% no alvo.
Fomos nós que comprámos, não podemos trocar, mas mesmo que isso fosse possível, não foi um tiro no escuro. não foi comprar azul quando ela prefere rosa, foi tentar fazer a nossa filhota feliz. Ela tem 3 anos e é o centro do seu e do nosso mundo, que partilha com os irmão. É a Princesa, a Rainha e não a Prima Dona.
E a birra de S. Exa? E o seu ar? Senhor, dai-me paciência, muita paciência, é esquisita esta miuda.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Eu e ela por causa das birras

Postado por Nany às 6/03/2014 04:44:00 da tarde 2 comentários Links para esta postagem
Mas, filha, tu sabes que não podes pintar nas paredes, nem pintar os armários.
Ó mãe........
Porque é que fazes essas coisas e depois uma grande birra?
Olha, poque (porque) eu esqueço-me!

Sim, a nova dela é pintar paredes e o armário do quarto. É de por os cabelos em pé.

terça-feira, 18 de março de 2014

O trabalho do menino é pouco, mas quem o perde é louco

Postado por Nany às 3/18/2014 08:31:00 da manhã 1 comentários Links para esta postagem
Foto minha PROIBIDAS cópias e/ou reproduções
Eu farto-me e canso-me de dizer, de falar, de ensinar, de refilar, de me repetir quando lhes digo que têm de arrumar os brinquedos, o quarto, aquilo que desarrumam.
Quando lhes digo para levarem o casaco, os sapatos, o pijama, seja o que para o quarto, para o sítio certo.
Um destes dias de manhã ouviram-me e fizeram a cama sozinhos. Quer dizer, o Pedrocas fez a dele e ajudou a mana a fazer a dela.
Não estão perfeitas, mas estão bem feitas porque deram o seu melhor. Eu ajeitei-as mas só depois de eles saírem para a escola, porque é bom deixá-los orgulhosos do seu trabalho.
O pouco que fazem ajuda. E já temos tarefas definidas como pôr e levantar a mesa.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O Principe mais velho

Postado por Nany às 2/10/2014 01:06:00 da tarde 3 comentários Links para esta postagem
Tem 7 anos, é doce, é reguila, refila com voz de choro, diz que não fala mais connosco, que ninguém gosta dele aqui em casa, deita-se na cama com birra a espernear e detesta ser contrariado. Ninguém disse que educar é fácil, mas tem alturas que temos de nos impor e os castigos são para cumprir. Sempre que faz das dele fica de castigo e pode espernear à vontade que o castigo só aumenta. Faz as coisas normais de qualquer miúdo de 7 anos, descobriu algumas palavras diferentes na escola, mas já lhe explicámos que não as deve dizer (Tia São lembras-te daquela conversa do puto? Pois é o feminino foi para a mana). Sempre que é ameaçado de ficar sem jogar ou não poder ficar a ver tv até mais tarde no fim-de-semana já pensa duas vezes. Já levou palmadas, uns puxões de orelhas, tem medo da colher de pau e fica logo em sentido só de a ver, apesar da mesma não ter acertado no seu rabo mais de 2 ou 3 vezes, já levou com o chinelo quando faz as birras na cama aos gritos. É uma criança com a qual se consegue falar e podemos explicar-lhe o porquê das coisas que mesmo ficando triste ou zangado ele percebe. Adora os manos, a mana chateia-o e ele retribui mas está sempre preocupado com a princesa rainha Sarinha e só não lhe faz mais mimos porque ela não deixa. Adora o mano de paixão e fica triste porque não o deixamos andar com ele ao colo. Está a crescer a olhos vistos, adora a escola - menos ser distribuído - adora ler e está sempre a pedir para fazer trabalhos (Deus o conserve assim). É o meu menino de ouro que faz companhia, conversa com sentido, perguntas assertivas, parvoeiras e que adora comer em restaurantes, especialmente no McDonald's.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Sou uma mãe má e uma má mãe!

Postado por Nany às 7/29/2013 11:22:00 da manhã 5 comentários Links para esta postagem
Sou admito. Tenho pouca tolerância a mentiras, a birras a parvoeiras só porque sim.
Grito, ameaço e coloco de castigo! Não, não bato, não acredito que bater seja a solução. Já deu palmadas no rabo, mas daquelas que sacodem as moscas.
A Sarita não quer domir a sesta, faz birras e mais birras. Depois não dorme e faz birra por dá cá aquela palha: é porque não quer ver aqueles bonecos, porque não quer a sopa, porque não quer aquela comida, porque não quer aquela roupa. E eu não vou em cantigas, ela tem 2 anos e quem manda sou eu e o pai.
O Pedrocas com os seus 6 anos já entende melhor as coisas, mas anda numa de colocar palavras na minha boca e eu não tolero. Quer fazer as coisas à maneira dele, quer dormir a altas horas, não quer isto ou aquilo, quer aquela ou a outra coisa porque ão sei quem tem, porque não sei quem disse, porque não sei quem não sei o quê. E claro, temos umas conversas.
São dias assim em que sinto que a única coisa que sei fazer é ralhar, pôr de castigo, dar dois berros e virar as costas para não perder a cabeça e dar duas palmadas.
Sim sou má, má de duas maneiras. Admito.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mãe, quero contar-te uma coisa muito grave.

Postado por Nany às 7/15/2013 12:36:00 da tarde 6 comentários Links para esta postagem
Disse-me o meu filho com ar de choro. Custou-lhe um bocado a dizer as palavras, mas contou-me: -Já disse ao pai. Eu deito a língua de fora quando vocês me ralham e não estão a ver Ok, eu também já deitei a língua de fora a várias pessoas, fisica e mentalmente. E também já lhes respondi de forma menos boas, quer em palavras, quer em pensamento. Não ralhei com ele. Não tinha necessidade disso. Ele pediu desculpa e eu desculpei. Vou ver se conigo contar as próximas línguas de fora com que ele me vai brindar cada vez que o contrariar ☺
 

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